Um ano para celebrar Maria! #AnoMariano

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A paz de Jesus e o Amor de Maria, galeraaaaaa!

Depois de celebrar este SENSACIONAAAAL Ano Santo da Misericórdia, a Igreja do Brasil é agora presenteada e convidada a celebrar um ano todo especial: o Ano Mariano Nacional.

Por conta dos trezentos anos da aparição da imagem de Nossa Senhora da Conceição nas águas do Rio Paraíba do Sul, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – proclamou o Ano Mariano que será celebrado do dia 12 de outubro de 2016 (Solenidade da Padroeira do Brasil) até o dia 11 de outubro de 2017, véspera do 300º aniversário da pesca milagrosa da imagem Aparecida.

Estando em nosso país, o Papa Francisco nos disse: “Deus ofereceu ao Brasil a Sua própria mãe”. Sendo assim, nesse ano somos convidados a nos unirmos àqueles três pescadores que acreditaram na fiel intercessão da Virgem Maria, vendo ali no Rio que estava vazio, uma grande e milagrosa quantidade de peixes.

Maria não faz milagres, mas como nas Bodas de Caná, ela quer interceder para que a nossa água improdutiva se torne saboroso e glorioso vinho de bênçãos e graças vindas do coração do próprio Jesus, Aquele a quem ela nos ensina sempre a obedecer. “Fazei o que Ele vos disser” (cf. Jo 2, 5) é o maior ensinamento da Virgem Mãe que nos acolhe e nos quer moldar em sua forma.

Durante esse tempo vou postar algumas dicas, vídeos lá no canal, dicas e resenhas de livros, orações, eventos e tudo o mais que diz respeito a esse ano todo dedicado à nossa Mãe.

Aproveita e já assiste esses vídeos que já gravei sobre Nossa Senhora:

Salve Maria, Rainha e Padroeira do Brasil!
Celebremos com gratidão esse Ano Mariano Nacional!

Tamu Juntu!

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#SalveMaria| Com São Bernardo, rezemos: lembrai-vos, ó Virgem Maria!

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Nesta quarta-feira, 20, celebramos São Bernardo de Claraval, o Cantor de Nossa Senhora.

Saiba mais sobre a história dele <

Foi ele quem escreveu a última saudação da oração “Salve Rainha”, que diz: “Ó clemente, ó piedosa, ó Doce Virgem Maria”. Ele também compôs o “Memorare” ou “Lembrai-vos”. Rezemos com ele essa belíssima oração à Virgem Maria:

Lembrai-vos, ó puríssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que tenha recorrido à Vossa proteção, implorado a Vossa assistência e reclamado o Vosso socorro, fosse por Vós desamparado.

Animado eu, pois, de igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como a Mãe recorro, de Vós me valho, e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro aos Vossos pés.

Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos rogo. Amém.

Salve Maria!

#MÃEeMESTRA| 5 características da verdadeira devoção a Maria

devoção refere-se diretamente a Deus e só indiretamente aos Santos, pelo que eles têm de Deus. Nossa Senhora ocupa um lugar intermediário entre Deus e os Santos, o que dá origem a um culto próprio, portanto único, e especial: muito inferior ao de Deus, mas muito superior ao dos Santos.

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O culto de hiperdulia é reservado a Nossa Senhora por sua singular dignidade de Mãe de Deus. É muito inferior ao de Deus porque difere especificamente ao culto de latria (devido só a Deus). Nós veneramos a Nossa Senhora mas não A adoramos; há portanto, um abismo infinito entre as duas espécies de culto. É muito superior ao culto de dulia (devido aos Santos) porque difere deste especificamente pelo motivo da dignidade da maternidade divina, esta dignidade coloca Nossa Senhora numa ordem à parte, que está mil vezes por cima, e é também especificamente distinto da ordem da graça e da glória em que se encontram todos os Santos.

A verdadeira devoção a Maria tem de ser interior, tenra, santa, constante e desinteressada:

Devoção interior: Isto é, nasce do espirito e do coração e provêm da estima que se tem da Santíssima Virgem, da alta ideia que se forma a respeito da grandeza dela e do amor que se lhe professa.

Devoção tenra: Isto quer dizer que é cheia de confiança em Nossa Senhora, como um menino tem em sua carinhosa mãe. A devoção tenra faz que a alma recorra a Maria em todas suas necessidades de corpo e de espírito, com muita simplicidade, confiança e ternura; que implore a ajuda de sua celestial Mãe em todos os tempos, em todos os lugares e em todas as coisas: em suas dúvidas, para que as mesmas possam ser esclarecidas; em seus desvios, para voltar ao bom caminho; em suas tentações, para que Maria a sustenha; em suas debilidades, para que a fortifique; em suas quedas, para que a levante; em seus desânimos, para que lhe infunda animo; em seus escrúpulos, para que a livre deles; em suas cruzes, trabalhos e contratempos da vida, para que a console. Por último, em todos seus males de corpo e de espírito, Nossa Senhora é seu ordinário (no sentido de habitual) recurso, sem receio de importunar a esta tenra Mãe e desagradar a Jesus Cristo.

Devoção santa: É santa porque faz com que a alma evite o pecado e imite as virtudes da Santíssima Virgem; sobretudo de um modo mais particular sua humildade profunda, sua fé viva, sua obediência cega, sua oração contínua, sua mortificação total, sua pureza divina, sua caridade ardente, sua paciência heroica, sua doçura angelical e sua sabedoria divina, que são as dez principais virtudes da Santíssima Virgem.

Devoção constante: Quer dizer que consolida a alma no bem e faz com que não abandone facilmente suas práticas de devoção, lhe dá ânimo para que se oponha ao mundo em suas modas e em suas máximas; à carne, em seus tédios e embates de suas paixões, e ao demônio em suas tentações; de maneira que uma pessoa verdadeiramente devota da Virgem não é inconstante, melancólica, escrupulosa, nem tímida. Isto não quer dizer que não caia nem experimente alguma mudança no que tange à sensibilidade de sua devoção; senão que, se cai, volta-se a levantar esticando a mão à sua bondosa Mãe, e, se carece de gosto e de devoção sensível, não se desanima por isso; porque o justo e devoto fiel de Maria vive da fé de Jesus e de Maria e não dos sentimentos do corpo.

Devoção desinteressada: Finalmente, é desinteressada porque inspira à alma que não se procure a si própria, senão somente a Deus em sua Santíssima Mãe. O verdadeiro devoto de Maria não serve a esta augusta Rainha por espírito de lucro ou de interesse, nem por seu bem, ainda que temporal ou eterno, de corpo ou de alma, senão unicamente porque Ela merece ser servida, e Deus n’Ela. Se ama a Maria, não é pelos favores que esta lhe concede ou pelos que d’Ela espera receber, senão unicamente porque Ela é amável (merece ser amada). Eis aqui o porque a ama e a serve com a mesma fidelidade em seus contratempos e aridezes que em suas doçuras e fervores sensíveis; e igual amor lhe professa no Calvário e nas bodas de Caná.

Ah, quão agradável e precioso aos olhos de Deus e de sua Santíssima Mãeé o devoto de Maria que não se procura a si mesmo em nenhum dos serviços que lhe presta! Mas, quão raro é hoje em dia encontrar um devoto assim!

Por Padre Hernán Luis Cosp Bareiro, EP

Fonte: Aleteia