O discípulo ama até o fim!

Hoje, num papo bem curto, quero meditar com vocês sobre o amor do discípulo.

AmaAtéOFim

Estamos no mês vocacional, mês mais do que propício para nos lançarmos no discipulado e na missão. Como disse num dos papos anteriores, discípulo é aquele que é amigo do Mestre, que O ama e que sabe o que Ele faz e onde Ele está.

Hoje venho dizer que a coisa complica um pouco mais!

Independente de nosso chamado individual e de nossa missão, temos que honrar o nosso SIM até o fim, isso implica em seguirmos o Mestre onde quer que Ele vá.

Quando Jesus chamou os seus discípulos, todos disseram sim, largaram os pais, famílias, amigos, empregos, comunidade, ideias… tudo….

Assim acontece com muitos que dizem sim e assumem sua vocação, seja ela o celibato, a consagração, o sacerdócio, o laicato ou o matrimônio.

Nosso amor pelo Mestre deve nos levar até a Cruz, lugar onde vemos o Mestre apanhar, ser humilhado, xingado, desprezado e onde podemos compartilhar de Sua dor, mesmo sem podermos fazer nada.

São João, o apóstolo mais jovem e um dos melhores amigos de Jesus, foi o único discípulo que permaneceu até a Cruz, sem exitar. Um dos suportes do jovem apóstolo foi a presença maternal de Maria, que nos foi dada como Mãe pelo próprio Jesus crucificado, que como discípula, também foi até o “fim”.

Quem vai até o “fim” da Cruz, descobre que ali não se finda essa grande história de amor, pois o amor de Deus é tão grande, que Ele ressuscita, nos deseja a paz, sopra sobre nós o Espírito Santo e nos deixa um legado.

Quem não ama até o fim, não consegue chegar ao ápice de sua vocação. Quem não ama até o fim, não desempenha sua missionariedade a ponto de dar frutos. Quem não ama o seu Mestre até o fim, se frustra e deixa de fazer com amor e por amor aquilo que assumiu como missão.

Iae, bora amar até o fim?

“Todos os homens sentem o impulso interior para amar de maneira autêntica: amor e verdade nunca desaparecem de todo neles, porque são a vocação colocada por Deus no coração e na mente de cada homem” (Papa Bento XVI – Carta Encíclica “Caritas in veritate”)

Paz e Fogo!

Robson Landim
Discípulo da Comunidade Cristo Libertador

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Aprendendo com as amizades do mundo

aprendendo

Santa Catarina de Sena já dizia: “A AMIZADE cuja fonte é Deus nunca se esgota”. E isso é muito real. 

As Sagradas Escrituras, no Eclesiástico 6, 14 também diz: “Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro”. E está corretíssimo. Quem sou eu para contestar a Palavra de Deus, não é?

Mas na Igreja temos caído no erro de termos amizades nada fecundas, nada seguras e nada profundas. 

É tão ruim viver no raso, não é? 

Uma irmã de comunidade inventou um bordão que fala muito ao meu coração e é relacionado aos irmãos/amigos da comunidade: “Como é bom olhar para o lado e ver vocês!”.

Isso vale muito porque ao olharmos pro lado não vemos apenas pessoas que estão no mesmo caminho que a gente, mas porque encontramos sustento, amor, paciência, cuidado, confiança…

Mas nem sempre é assim!

Vamos “aprender” um pouco com as amizades do mundo secular, do mundão, das amizades “não cristãs” ou “desigrejadas” (sic), se assim posso dizer…

Os caras fora da Igreja não têm vergonha de se abrir com quem considera amigo: falam dos problemas, das vitórias, das lutas, das guerras que têm travado… e até de forma escancarada.

Divide-se tudo (até o pecado, infelizmente), mas há CUMPLICIDADE: vai-se até o fim por aquele que se ama, por aquele que você tem como parça, como companheiro, como brother…

Não existe hora ruim… até mesmo BRIGAS eles encaram por aqueles com quem dividem, talvez da maneira errada, a verdade da sua vida. Na escola isso é muito nítido… Vai mexer com quem tem um GRUPO, uma TRIBO, com quem tem AMIZADES reais! Você vai apanhar e feio!

Ninguém fica de fora dos rolês porque está sem grana: ou se dá um jeito pra galera toda ir ou ninguém vai e fica em casa nem que seja dividindo uma pizza de supermercado… As amizades “mundanas” são muito parceiras: se um tem o outro também tem! 

Bom, acho que já deu pra aprender um pouco!

Imagina agora tudo isso potencializado com a GRAÇA DE DEUS! Imaginou? Vai ser a amizade que NÃO SE ESGOTA e também a PODEROSA PROTEÇÃO que tanto necessitamos.

Blza? Tamu Junto!
Deus nos abençoe!

ROBSON LANDIM
Discípulo da Comunidade Cristo Libertador

O Hallel Vale está chegando!

Vem aí mais uma edição do Hallel Vale!

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A Diocese de São José dos Campos se prepara para mais uma edição do Hallel Vale. Neste ano o evento acontece nos dias 18 e 19 de novembro no Parque da Cidade em São José dos Campos e mais uma vez confirma a presença de importantes nomes da música católica bem como pregadores.

Em comunhão com a Igreja em todo o Brasil, o Hallel 2017 terá como lema “Salve, ó Mãe Aparecida”, uma menção ao Ano Mariano (2016 – 2017) e aos 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, que será celebrado no Santuário Nacional em 12 de outubro de 2017. Os fiéis poderão visitar no Hallel a Imagem peregrina de Aparecida.

SOCIAL

Além de promover a evangelização pelos meios musicais – sua principal característica, o Hallel 2017 também vai promover a arrecadação de alimentos para entidades assistenciais da região. A participação nos shows deste ano continua gratuita com o pedido de doação de 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal).

ORIGEM

A palavra Hallel, de origem aramaica, significa “Aleluia”, cântico de louvor a Deus. O primeiro Hallel aconteceu em Franca em 1988, idealizado por Maria Theodora Lemos Silveira, mais conhecida como Tia Lolita. E hoje está presente em diversas cidades brasileiras do Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, além de ser realizado em outros países, entre eles Chile, Paraguai, México, Peru, Colômbia, Estados Unidos e Uganda, sendo o maior evento de música católica da América Latina.  Em São José dos Campos, o Hallel Vale foi realizado pela primeira vez em 2001, organizado pela comunidade Católica Tom de Amor junto de diversas pastorais e associações da Diocese.

SERVIÇO
18 e 19 de novembro de 2017
Parque da Cidade em São José dos Campos
Hallel Vale 2017 – “Salve, ó Mãe Aparecida”

Presença da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida

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