Um ano para celebrar Maria! #AnoMariano

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A paz de Jesus e o Amor de Maria, galeraaaaaa!

Depois de celebrar este SENSACIONAAAAL Ano Santo da Misericórdia, a Igreja do Brasil é agora presenteada e convidada a celebrar um ano todo especial: o Ano Mariano Nacional.

Por conta dos trezentos anos da aparição da imagem de Nossa Senhora da Conceição nas águas do Rio Paraíba do Sul, a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – proclamou o Ano Mariano que será celebrado do dia 12 de outubro de 2016 (Solenidade da Padroeira do Brasil) até o dia 11 de outubro de 2017, véspera do 300º aniversário da pesca milagrosa da imagem Aparecida.

Estando em nosso país, o Papa Francisco nos disse: “Deus ofereceu ao Brasil a Sua própria mãe”. Sendo assim, nesse ano somos convidados a nos unirmos àqueles três pescadores que acreditaram na fiel intercessão da Virgem Maria, vendo ali no Rio que estava vazio, uma grande e milagrosa quantidade de peixes.

Maria não faz milagres, mas como nas Bodas de Caná, ela quer interceder para que a nossa água improdutiva se torne saboroso e glorioso vinho de bênçãos e graças vindas do coração do próprio Jesus, Aquele a quem ela nos ensina sempre a obedecer. “Fazei o que Ele vos disser” (cf. Jo 2, 5) é o maior ensinamento da Virgem Mãe que nos acolhe e nos quer moldar em sua forma.

Durante esse tempo vou postar algumas dicas, vídeos lá no canal, dicas e resenhas de livros, orações, eventos e tudo o mais que diz respeito a esse ano todo dedicado à nossa Mãe.

Aproveita e já assiste esses vídeos que já gravei sobre Nossa Senhora:

Salve Maria, Rainha e Padroeira do Brasil!
Celebremos com gratidão esse Ano Mariano Nacional!

Tamu Juntu!

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Formação| Protestos Virtuais

Você provavelmente já teve a timeline (linha do tempo) do seu Facebook invadida por campanhas e mais campanhas contra ou a favor do governo. Também a sua caixa de email e demais redes sociais devem ter ficado entupidas de protestos e mais protestos.

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São protestos contra o governo, a favor do governo, por aumento de salário, por reajuste na aposentadoria, para que diminuam os preços das passagens dos transportes públicos dentre tantos outros que não são ilegítimos e nem sem fundamento. Mas será que têm realmente algum valor diante da sociedade?

Por mais legítima que seja a liberdade de expressão, muitas vezes nossas manifestações não passam de falatório, pois quando passamos para o “mundo real” nos esquecemos daquilo pelo qual lutamos no “ciberespaço”.

No contexto de Igreja, hoje muito se fala sobre a Ciberteologia, que é pensar o Cristianismo nos tempos de rede. Dentro dessa “teologia” lembramos que não existe uma vida online (conectada) e outra vida offline (desconectada), mas que ambas se complementam na vivência do dia-a-dia. Também recordamos que a internet e as redes sociais não são instrumentos de evangelização ou até mesmo instrumento de protesto, mas sim um espaço propício pra que isso aconteça de forma eficaz.

Assim como aquelas gifs – imagens animadas – enchem a paciência quando poluem a visão das nossas mídias sociais, também o “falar por falar” enche a paciência e tira o foco daquilo que a manifestação realmente quer conquistar.

Voltando a falar sobre os protestos virtuais, podemos nos lembrar das diversas manifestações que aconteceram no Brasil pedindo o fim da corrupção e a mudança do governo. Como disse anteriormente, a legitimidade das manifestações não estão em cheque aqui, mas sim o quanto essas manifestações realmente produzem efeito.

Por exemplo: no Facebook e nas demais redes sociais, 10 milhões de pessoas chegam a confirmar participação nesses eventos e protestos que acontecem em grandes centros como a Avenida Paulista, em São Paulo, capital. Quando chega o dia do protesto, menos da metade daquele número se fez presente. O que aconteceu com o restante? Esqueceram da data? Ou só têm forças para protestar virtualmente?

O que fazemos na web deve sempre ser reflexo daquilo que vivemos no dia-a-dia, porque senão caímos no risco de termos um personagem que nas redes sociais é um super patriota, mas nos momentos de intensa luta se torna um passivo diante da sociedade.

Na Igreja, é missão do leigo estar engajado na política e protestar por seus direitos. Reitero aqui: todas as manifestações são legítimas quando não afetam o outro! Todas as manifestações são legais quando se tem um foco e quando se vê atitude não só no virtual. No caso da política, por exemplo, a manifestação é legal quando as urnas confirmam aquilo que se clamava na web, nas ruas e em cada lar.

Escrito por mim e publicado originalmente
na Revista Aliança de Misericórdia de Junho/2016

Formação| O que é a Semana Santa?

Paz e fogo, galera!

De forma muito simples, mas com a certeza daquilo que escrevo, quero falar um pouco sobre o que é a Semana Santa. Na verdade, o conteúdo é de dois livros muito bacanas. A “Agenda Youcat” e o “Sou Católico – Vivo minha Fé”, da CNBB. Bora lá?

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Tem muito jovem por aí, que participa da igreja local, vai no Crisma, no Grupo de Oração, no Grupo de Jovens, mas que acha que a Semana Santa na verdade é um grande feriadão pra descansar. Claro que isso não é verdade. Eu costumo dizer que, pelo contrário, a Semana Santa, para mim é a semana mais cansativa, por conta de tantos e belos compromissos com Deus e com a Comunidade que se reune para celebrar os Santos Mistérios.

Mas, enfim, o que é a Semana Santa?

A plena liberdade de Jesus diante de práticas sociais e religiosas que escravizavam homens e mulheres, deu origem a grandes tensões com os grupos dominantes da sociedade e da religião do seu tempo, que culminou do drama da Cruz, no Calvário. Jerusalém era a cidade onde os profetas tinham sido martirizados e Jesus, o Profeta por excelência, também lá foi morto. Cumpriu-se o que Ele mesmo anunciara aos apóstolos: sua prisão, julgamento, condenação, crucifixão, morte e ressurreição.

A Páscoa é o centro do Ano Litúrgico. Ela é antecedida pela chamada “Semana Santa”, na qual os fieis seguem o percurso da crucificação de Jesus. A Semana Santa começa no Domingo de Ramos com a memória da entrada de Jesus em Jerusalém e atinge seu ponto mais elevado na noite de Páscoa. Segue com os últimos dias da Quaresma, os dias de recolhimento de segunda a quarta-feira; e atinge o seu auge no Tríduo Pascal, os dias mais santos do Ano Litúrgico.

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O Tríduo Pascal começa na Quinta-Feira Santa, na qual foi instituída a Eucaristia, na Última Ceia de Jesus. Prolonga-se pela Sexta-Feira Santa, memória da Paixão e morte de Jesus; e termina com a gloriosa Ressurreição de Jesus, na Vigilia Pascal.

É uma tradição de vários séculos que, em todas as igrejas católicas, todos os sinos e órgãos se silenciem de luto pelo sofrimento e morte de Jesus Cristo, desde a Missa da Ceia do Senhor, na noite de Quinta-Feira Santa, até à Vigília Pascal. Durante estes dois dias (na sexta-feira da Paixão), nas igrejas não se celebra a Santa Missa. Só a Vigília Pascal liberta os crentes da tristeza em que eles, através de muitos sinais e símbolos litúrgicos, proclamam Cristo Ressuscitado. 

O Pai entregou o Seu Filho por amor ao mundo. Jesus morreu numa cruz, mas não permaneceu sob o domínio da morte. Ressuscitou ao terceiro dia. Este foi um acontecimento extraordinário, com profundas consequências para a humanidade. A ressurreição de Jesus é a certeza de nossa própria ressurreição.

Fonte: Agenda Youcat (Ed. Paulus) | Sou Católico – Vivo minha Fé (Edições CNBB)