#MêsDeMaria| O que o @CatecismoJovem diz sobre Maria?

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Paz e fogo juventude!
Estamos chegando ao fim de mais um #MêsDeMaria, um mês abençoado onde as diversas celebrações em honra à Mãe de Deus nos aproximam do Céu.

Sobre a Festa de Maria Auxiliadora (24 de Maio), por exemplo, São João Bosco disse: “A festa de Maria Auxiliadora deve ser prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos, um dia, no paraíso”.

Como você tem celebrado a Santíssima Virgem Maria?

Para te ajudar, trago uma série de parágrafos do Youcat, o Catecismo Jovem, que nos auxilia nesta devoção que podemos e devemos ter para com Maria, que certamente nos auxiliará dia a dia no caminho rumo ao Céu.

Curte aê:

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080 – Por que razão Maria é virgem?
maria (13)Deus quis que Jesus Cristo tivesse uma verdadeira mãe humana, reservando a Si próprio a paternidade do Seu Filho, pois desejava estabelecer um novo início que não se devesse às forças humanas, mas só a Ele. [484-504, 508-510]

A virgindade de Maria não é uma noção retirada da mitologia, mas está basicamente ligada à vida de Jesus. Ele nasceu de uma mulher, mas não teve um pai biológico. Jesus Cristo é um novo início, instituído no mundo pelo Alto. No Evangelho segundo São Lucas, Maria pergunta ao anjo Gabriel: “Como será isto, se eu não conheço homem?” (=não dormi com nenhum homem, Lc 1, 34); o anjo respondeu-lhe: “O Espírito Santo virá sobre ti.” (Lc 1, 35) Embora se tenha troçado da Igreja, desde o princípio, por causa da sua crença na virgindade de Maria, ela sempre acreditou que aqui se tratava de uma virgindade real, não meramente simbólica.

081 – Maria teve outros filhos além de Jesus?
Não. Jesus é o único filho biológico de Maria. [500, 510]

Já na Igreja antiga se partia do princípio de que a virgindade de Maria era perene, o que excluía a ideia de que Jesus tivesse irmãos biológicos. Em aramaico, a língua-mãe de Jesus, só existe uma palavra para “irmão” e “irmã”, “primo” e “prima”. Onde, nos evangelhos, se fala “irmãos” de Jesus (por exemplo,  Mc 3, 31-35), refere-se a parentes próximos d’Ele.

082 – Não é chocante chamar “mãe de Deus” a Maria?
maria (10)Não. Quem chama mãe de Deus a Maria confessa que o seu Filho é Deus. [495, 509]

Quando os primeiros cristãos discutiam quem era Jesus, o termo theotokos (“geradora de Deus”) tornou-se sinal de reconhecimento da interpretação fidedigna da Sagrada Escritura: Maria não deu à luz simplesmente um ser humano, que após o nascimento se tivesse “tornado” Deus; o seu Filho era, já no ventre, o verdadeiro Filho de Deus. Esta questão, antes mesmo de ser um assunto mariológico, é novamente um  tema relacionado com o fato de Jesus ser simultaneamente verdadeiro homem e verdadeiro Deus.

083 – O que significa a “Imaculada Conceição de Maria”?
A Igreja acredita “que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua concepção, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original”. (Dogma de 1854) [487-492, 508]

A crença na “conceição sem mancha” existe desde o princípio da Igreja. Hoje, o conceito é equívoco. Ele declara que Deus preservou Maria do pecado original desde o início. Não se refere à concepção de Jesus no ventre de Maria. Nem sequer é uma desvalorização da sexualidade no Cristianismo, como se o homem e a mulher se manchassem quando concebessem um filho.

084 – Maria foi apenas um instrumento de Deus?
Maria (2)Maria foi mais do que um instrumento passivo de Deus. Foi também mediante o seu ativo consentimento que se deu a encarnação de Deus. [493-494, 508-511]

Ao anjo que lhe disse que conceberia o “Filho do Altíssimo”, Maria respondeu: “Faça-se em mim segundo a tua palavra!” (Lc 1, 38). A redenção da humanidade através de Cristo começa, portanto, com uma interpelação de Deus, ou seja, o consentimento livre de uma pessoa humana – e uma gravidez não matrimonial. Por estes invulgares caminhos, Maria tornou-se, para nós, a “porta da salvação”. 

085 – De que modo Maria também é nossa mãe?
Maria é nossa mãe porque Cristo, o Senhor, no-la deu por mãe. [963-966, 973]

“Mulher, eis o teu filho!… Eis, a tua mãe!” (Jo 19, 27) Estas frases, que Jesus pronunciou a João da cruz, foram sempre entendidas como uma entrega de toda a Igreja a Maria. Portanto, Maria também é nossa mãe. Podemos invocá-la e pedir-lhe a intercessão junto de Deus. 

117 – Como pôde o Espírito Santo agir em Maria, com ela e através dela?
Maria, Capela do SantíssimoMaria estava totalmente solícita e aberta a Deus (Lc 1, 38). Desta forma pôde, mediante a ação do Espírito Santo, tornar-se “mãe de Deus” e, enquanto mãe de Cristo, também mãe dos cristãos e até mãe de toda a humanidade. [721-726]

Maria possibilitou ao Espírtio Santo a maravilha das maravilhas: a encarnação de Deus. Ela deu o seu “sim” a Deus: “Eis a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc 1, 38) Fortalecida pelo Espírito Santo, andou com Jesus por montes e vales, até a cruz, junto à qual Jesus no-la deu por mãe. (Jo 19, 25-27).

147 – Por que tem Maria um lugar tão distinto na comunhão dos Santos?
Maria é mãe de Deus. Na Terra, ela esteve ligada a Jesus como ninguém – uma proximidade que não cessa no Céu. Maria é a Rainha do Céu e está realmente, no seu ser materno, muito próxima de nós. [972]
Porque se entregou de corpo e alma e com enorme risco a uma missão tão perigosa quanto divina, Maria foi também em corpo e alma acolhida no Céu. Quem vive e crê como Maria vai para o Céu. (80-85)
148 – Pode Maria ajudar-nos realmente?
assuncaod-e-mariaSim. Desde o início da Igreja tem-se tido a experiência de que Maria ajuda. Milhões de cristãos dão testemunho disso. [967-970]
Enquanto mãe de Jesus, Maria também é nossa mãe. As boas mães responsabilizam-se sempre pelos filhos. Esta mãe não foge à regra. Já na Terra, ela mobilizou-se junto de Jesus pelos outros, como foi o caso das bodas de Caná, em que salvou o casal de noivos de uma situação complicada. Na sala do dia de Pentecostes, ela orava com os discípulos. Porque o seu amor por nós não acaba, podemos estar certos de que ela se comprometeu por nós nos dois momentos mais importantes de nossa vida: “Agora e na hora de nossa morte.” (85)
149 – Podemos adorar Maria?
Não. Só devemos adorar a Deus. Mas podemos honrar Maria como mãe de nosso Senhor. [971]
A adoração constitui o reconhecimento humilde e incondicional da absoluta sublimidade de Deus sobre todas as criaturas. Maria é criatura como nós. Ela é, na fé, nossa mãe. E devemos honrar os nossos pais. Biblicamente, trata-se de uma atitude correta, pois ela própria diz: “De hoje em diante me chamarão bem-aventuradas todas as gerações.” (Lc 1, 48) Por esse motivo, a Igreja tem locais de peregrinação, festas, cânticos e orações marianas, como o Rosário, que é uma síntese do Evangelho. (353, 485)
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