Formação| O que é a Semana Santa?

Paz e fogo, galera!

De forma muito simples, mas com a certeza daquilo que escrevo, quero falar um pouco sobre o que é a Semana Santa. Na verdade, o conteúdo é de dois livros muito bacanas. A “Agenda Youcat” e o “Sou Católico – Vivo minha Fé”, da CNBB. Bora lá?

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Tem muito jovem por aí, que participa da igreja local, vai no Crisma, no Grupo de Oração, no Grupo de Jovens, mas que acha que a Semana Santa na verdade é um grande feriadão pra descansar. Claro que isso não é verdade. Eu costumo dizer que, pelo contrário, a Semana Santa, para mim é a semana mais cansativa, por conta de tantos e belos compromissos com Deus e com a Comunidade que se reune para celebrar os Santos Mistérios.

Mas, enfim, o que é a Semana Santa?

A plena liberdade de Jesus diante de práticas sociais e religiosas que escravizavam homens e mulheres, deu origem a grandes tensões com os grupos dominantes da sociedade e da religião do seu tempo, que culminou do drama da Cruz, no Calvário. Jerusalém era a cidade onde os profetas tinham sido martirizados e Jesus, o Profeta por excelência, também lá foi morto. Cumpriu-se o que Ele mesmo anunciara aos apóstolos: sua prisão, julgamento, condenação, crucifixão, morte e ressurreição.

A Páscoa é o centro do Ano Litúrgico. Ela é antecedida pela chamada “Semana Santa”, na qual os fieis seguem o percurso da crucificação de Jesus. A Semana Santa começa no Domingo de Ramos com a memória da entrada de Jesus em Jerusalém e atinge seu ponto mais elevado na noite de Páscoa. Segue com os últimos dias da Quaresma, os dias de recolhimento de segunda a quarta-feira; e atinge o seu auge no Tríduo Pascal, os dias mais santos do Ano Litúrgico.

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O Tríduo Pascal começa na Quinta-Feira Santa, na qual foi instituída a Eucaristia, na Última Ceia de Jesus. Prolonga-se pela Sexta-Feira Santa, memória da Paixão e morte de Jesus; e termina com a gloriosa Ressurreição de Jesus, na Vigilia Pascal.

É uma tradição de vários séculos que, em todas as igrejas católicas, todos os sinos e órgãos se silenciem de luto pelo sofrimento e morte de Jesus Cristo, desde a Missa da Ceia do Senhor, na noite de Quinta-Feira Santa, até à Vigília Pascal. Durante estes dois dias (na sexta-feira da Paixão), nas igrejas não se celebra a Santa Missa. Só a Vigília Pascal liberta os crentes da tristeza em que eles, através de muitos sinais e símbolos litúrgicos, proclamam Cristo Ressuscitado. 

O Pai entregou o Seu Filho por amor ao mundo. Jesus morreu numa cruz, mas não permaneceu sob o domínio da morte. Ressuscitou ao terceiro dia. Este foi um acontecimento extraordinário, com profundas consequências para a humanidade. A ressurreição de Jesus é a certeza de nossa própria ressurreição.

Fonte: Agenda Youcat (Ed. Paulus) | Sou Católico – Vivo minha Fé (Edições CNBB)

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