Youcat| O que minha fé tem a ver com a Igreja? #AnoDaFé

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Paz e fogo, galera!
O #AnoDaFé proclamado pelo Papa Emérito Bento XVI e tão bem vivido pelo Papa Francisco está chegando ao fim. O encerramento do #AnoDaFé acontecerá no dia 24 de Novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo e ultimo domingo deste Ano Litúrgico.

Os Papas Francisco e Bento XVI nos ajudaram e ainda ajudam a vivermos a nossa fé de forma mais eficaz e verdadeira. Eles fazem isto através de suas palavras, exortações, orações, celebrações, viagens.. Fizeram também através de seus escritos..

Bento XVI escreveu a Carta Apostólica sob forma de Motu ProprioPorta Fidei” que promulgou o #AnoDaFé e começou a escrever a Encíclica “Lumen Fidei“, essa concluída pelo Papa Francisco que nos leva a vermos muitas realidade à luz da fé.

Sendo assim, vamos juntos relembrar algumas falas destes grandes homens e também algumas passagens do Youcat, o Catecismo Jovem da Igreja Católica que sintetiza muito bem o essencial de nossa fé Católica Apostólica Romana.

O primeiro parágrafo do Youcat que trago aqui para meditarmos sobre o #AnoDaFé, responde a seguinte pergunta: O que minha fé tem a ver com a Igreja? Veja só a resposta:

Ninguém pode crer só para si mesmo, como também ninguém consegue viver só para si mesmo. Recebemos a fé da Igreja e vivemo-la em comunhão com todas as pessoas com quem partilhamos a nossa fé. [166 – 169, 181]

A fé é aquilo que a pessoa tem de mais pessoal, mas não é um assunto privado. Quem deseja crer tem de poder dizer tanto “eu” como “nós”, pois uma fé que não possa ser partilhada e comunicada seria irracional. Cada crente dá o seu consentimento ao credo da Igreja. Dela recebeu a fé. Foi ela que, ao longo dos séculos, lhe transmitiu a fé, a guardou de adulterações e a clarificou constantemente. Crer é, portanto, tomar parte numa convicção comum. A fé dos outros transporta-me, como também o fogo da minha fé incendeia os outros e os fortalece. O “eu” e o “nós” da fé remetem-nos para os dois símbolos da fé da Igreja, pronunciados na Liturgia: o Símbolo dos Apóstolos, que começa com “eu creio”, Credo, e o grande Símbolo Niceno-Constantinopolitano, que, na sua forma original, começava com credimus (“nós cremos”).

Iae, curtiu?
Logo teremos mais!
Paz e Fogo!

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