Jovem Litúrgico| 32º Domingo do Tempo Comum

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Depois de tanto tempo sem bater um papo, cá estamos nós. E hoje, vamos falar da morte!

Se nós pararmos pra pensar, tudo em nossa vida é preparado para este grande momento. Mas existe um medo gigantesco de falar ou mesmo pensar sobre o assunto. E já que é pra chutar o balde, falemos nela em todos os seus aspectos. Se nós pensarmos na morte como um ponto final, qual seria o sentido da vida? A morte não é ponto final, é uma vírgula; e talvez até reticências!

Eu acho espetacular que a maioria das vezes que a Bíblia fala de morte, não se refere á morte física. Pois isso já é uma certeza. Mas mesmo assim, vivemos pensando na imortalidade física. Ora, a morte não deve nos fazer viver acuados. A morte de cada pessoa projeta uma nova luz acerca de todo o seu viver. São Francisco de Assis vivenciou isso a tal ponto de dizer: “Bem-vinda seja a minha irmã morte”.

Quanta coisa a morte nos ensina! Viver de bem com ela, é uma questão de fé. Vivemos num mundo em que constantemente nos deparamos com ‘mortos vivos’ andando por aí. Tem morto que tá muito mais vivo do que muito vivo. E que isso não fique só nas belas palavras, porque viver algo da boca pra fora; é de morte! Opa… Tá vendo como é difícil?

Um velho lenhador com 80 invernos contados, com um grande feixe de lenha nas costas, a passos bem lentos andava. Pela lei do sustento escasso, tropeçou e caiu ao chão, fazendo um corte no braço. Sem poder se levantar devido à dor do ferimento, começou a divagar assim em seus pensamentos: “Para que viver? Se tudo agora dá errado! É muito melhor morrer do que viver abandonado. Sem alegria e sem sustento, não há como levar a vida.”. No seu terrível lamento, chamou pela morte amiga: “Ó morte amada, socorrei quem te apetece”. Eis que o esqueleto da morte de repente lhe aparece e diz: “Ó mortal, o que quer?”. Tornou ele de mãos postas: “Quero, amiga, que me ajude a por o feixe de lenha nas costas!”.

É, na hora H, o bicho pega. Reconcilie-se com sua morte! E faça dela um grande motivo de viver sem reservas; para que, ao chegar neste momento louvável e o mais esperado da vida, possamos ter a sensação de ‘dever cumprido’. A morte é o fim de uma vida e início da Vida.

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” Charles Chaplin

Uma semana de reflexão pra você!

Paz e Bênçãos,
Janaína Naspar.

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