Jovem Litúrgico| Assunção de Nossa Senhora

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Salve, salve! Hoje vamos meditar a solenidade da Assunção de Maria. Comecemos com uma breve história.

Um menino pequeno estava se esforçando para mover um pesado armário, mas o móvel não cedia. Ele empurrava e puxava com toda sua força, mas não conseguia movê-lo nenhum centímetro. O pai, que ali chegava, parou para observar os esforços vãos do filho. Finalmente perguntou:

“Filho, está usando toda a sua força?”

“Sim, estou!” gritou o garoto, exasperado.

“Não”, disse calmamente o pai, “você não está. Não me pediu para ajudá-lo.”

554808_245477062218658_100002690970093_342954_473194338_nCelebrar a assunção de Maria é celebrar a premiação daquela que foi a maior servidora do Reino de Deus. Maria é para nós, cristãos, sinônimo de serviço; de entrega total. E que vergonha quando nós somos totalmente o oposto do nosso Exemplo. Que coisa medonha são as barreiras que colocamos para arregaçar as mangas e, de fato, trabalhar. Antes de tudo, queremos destaque, queremos reconhecimento das pessoas. E por aí vai… Como já nos ensina o dito popular: quem quer, arruma um jeito; quem não quer, arruma uma desculpa. Sabemos que cabeça vazia é oficina do diabo. Por isso que a primeira coisa que o encardido faz para destruir uma pessoa é fazê-la acreditar na falsa ideia de que ela ‘não serve pra nada’.

Maria foi a mulher do sim que, mesmo tendo motivos, jamais se deixou abater. Quando foi ajudar sua prima, estava grávida; precisando de cuidados também. Quando viu seu Filho ser torturado e morto, era ela quem precisava de consolo. Mas foi acolher Jesus em sua queda. Não para levantá-lo, porque não tinha essa força física, mas para dizer: eu estou aqui! Isso bastou.

Maria é inimiga da preguiça! Pois mesmo quando não podia fazer, fez.  Como Maria conseguiu?  Usando todas as suas forças. Como lemos na história do início desta meditação, todas as nossas forças não se resumem somente em nós. Usamos todas as nossas forças quando contamos com o Autor da força e com todos aqueles que Ele nos enviou como anjos.

Deixemos nossas frescuras, infantilidades e futilidades de lado e sejamos servidores como Maria. Pois; quem não vive pra servir, não serve pra viver. Que fique pra nós como reflexão: Como estou servindo?

“Quem não pode fazer grandes coisas, faça ao menos o que estiver na medida de suas forças; certamente não ficará sem recompensa” (Santo Antônio de Pádua)

Uma ótima semana!

Paz e Bênçãos,

Janaína Naspar.

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