Jovem Litúrgico| 5º Domingo da Páscoa

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placa 01O amor é um vencedor. O amor é capaz de superar toda e qualquer barreira. O amor é Deus. Deus é amor.

A liturgia de hoje também é amor. É verdade! Lá na escola, a gente aprendeu que pra não tornar um texto cansativo, devemos evitar a repetição de palavras. Um dia a gente descobre que essa verdade não é absoluta.

E hoje nós vamos falar do amor. Porque o amor virou somente uma palavra bonitinha a ser pronunciada. Porque o amar caiu em meio ao vão, num mundo de coisas fáceis, onde o amor seria um empecilho.

Não nos deixemos enganar, não sejamos tolos. Jesus já disse: AMAI-VOS!

Que coisa espetacular! Observe que não é qualquer amor… Se é que o amor pode ser diferenciado e repartido. É AMAI-VOS, mas como o Nazareno.

Amar não é gostar. De forma alguma! Gostar vem de “degustare”; saborear. E isso Jesus não nos pediu. Porque o Mestre não queria hipocrisia entre nós. É obvio que não somos obrigados a gostar de todas as pessoas. Mas amar é diferente, é algo sublime.

O amor é desafiador. Poderíamos ficar até amanhã aqui e não conseguiríamos definir o amor. Isso porque a definição correta é… Bom, não existe.

Amor não se explica. Madre Teresa dizia: “Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação!”. 

Esse é o verdadeiro sinal que identifica um cristão. É algo tão complexo, mas com uma simplicidade estupenda! Meio doido isso né? Pois é… Tão doido quanto o amor de Jesus, que derramou até a sua última gota de sangue, por amor.

Gostaria de encerrar com outra citação da Madre de Calcutá: “O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso.”.

Sejamos verdadeiros discípulos de Jesus, vivendo a máxima do amor. Qual foi a última vez que você disse “eu te amo”? Mas quando foi que você disse isso de coração, sem interesses? E aí vem a pergunta mais difícil de ser respondida, talvez: quando você disse “eu te amo” pela ultima vez, sem abrir a boca?

Que entre nós não exista hipocrisia. Você não deve gostar de todos. Mas nós devemos amar desde o mais simples dos filhos de Deus até os mais necessitados de amor.

Amados, discípulos do Amor; amai-vos!

Paz e Bênçãos,
Janaína Naspar.

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