Jovem Litúrgico| 22º Domingo do Tempo Comum, por Janaína Nascimento.

“ … sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. 

Engana-se quem pensa que o joio se encontra na tua totalidade fora da Igreja. Como disse semana passada, a Igreja está perdendo muitos infiéis, mas permanece cheia de fiéis.

Dentro dela porém, existem muitos infiéis “disfarçados” de fiéis; lobos em pele de cordeiro. 

Quem se apaixona por Jesus, vai além das aparências. Tem muito pregador que prega bonito demais com a boca,é doutor em liturgia; mas não prega com sua vida. E que fique bem claro que eu não estou falando de perfeição, mas de busca de santidade. Como dizia nosso querido Beato João Paulo II, “Santo não é aquele que não cai, santo é aquele que mesmo caindo não desiste de levantar”.

Havia em uma paróquia, lá perto da Groelândia; muitos “cristãos meia boca”. Pessoas que sabiam a Bíblia de cor e salteado, andavam sempre rezando e não perdiam a oportunidade de falar da vida dos outros. Mas existia também um jovem de muita fé, que não era provido de muita inteligência; mas era muito esforçado. Todos riam de Luís, pois o achavam um tanto atrapalhado e desajeitado por de mais. Um dia, o padre disse na homilia: Devemos ser católicos 7 dias por semana, 30 horas por dia! A vocês meus irmãos que vivenciam tudo isso que é pregado por Jesus, vamos meditar sobre a mentira na próxima semana. Leiam Marcos, capítulo 17. Pra semana que vem hein?!

Uma semana se passou, e o povo nem lembrava mais. No momento da homilia o padre disse: quem não leu o que pedi, fique de pé! Só Luís se levantou. E o padre continuou: que fiquem de pé aqueles que leram. O restante se levantou, e olharam para Luís como se ele fosse um herege.

Então o sacerdote prosseguiu: Meus irmãos, o Evangelho de Marcos, vai somente até o capítulo 16!

O povo criticou Jesus porque a mão dos discípulos estava suja para comer; e Jesus pregou para aquele povo porque o coração deles estava imundo para rezar. Nos apegamos a coisas tão supérfulas que não vemos o essencial. E só conseguiremos enxergar bem quando Deus sair da nossa boca e entrar em nosso coração. Pois, o essencial é invisível aos olhos.

Pai Santo, Pai Querido, Pai Amado; queremos nos embriagar no Teu amor. Amar-Te a tal ponto que toda impureza do inimigo caia por terra. Seguir-Te de tal forma que não seja preciso nem abrir a nossa boca para dizer que somos de Jesus e servir-Te com tal simplicidade que as pessoas que estejam a nossa volta queiram experimentar dessa graça.

Uma semana de restauração!

Paz e Bênçãos,
Janaína Naspar.

 

 

 

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