Jovem Litúrgico| 10º Domingo do Tempo Comum, por @JanainaNaspar

“Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”

Em uma pequena Igreja, todo dia o sacristão observava um senhor que ao meio dia em ponto entrava, demorava um minuto e saía. Isso se repetia todos os dias. Um dia, o sacristão, muito curioso; resolveu perguntar o que aquele simples senhor fazia em tão pouco tempo. Ora, não dava pra rezar tão rápido! E o humilde trabalhador respondeu: “olha, rezar bonito eu não sei, sou simples… mas todos os dias eu venho aqui, e digo: Oi Jesus, eu sou o Zé! E volto a trabalhar feliz.”.

Notou-se por um tempo a ausência desse senhor. Foi aí que descobriram que ele havia sido abatido por uma grave doença e estava internado. Lá no hospital, o Zé começou a ser o assunto. Era notável a alegria daquele doente, e o mais impressionante; todos os enfermos que lá havia se contagiavam com aquele bom humor. Com isso, tinham uma melhora bem mais rápida.

A enfermeira conversando com o Zé perguntou o motivo de estar sempre feliz. E sem pensar, ele respondeu: é por conta das visitas que tenho recebido.

Ela achou estranho, pois, nunca ninguém tinha ido visitar o Zé. Mas ele continuou: “é uma visita bem rápida… todos os dias, ao meio dia, Ele vem e para ao lado do meu leito. Dá um sorriso bonito e diz: Oi Zé, eu sou o Jesus!”.

Meu irmão, minha irmã; a intensidade do nosso serviço nos aproxima de Jesus.

É preciso dar valor ao que não passa. Toda a mensagem de hoje está presente na segunda leitura. Se tudo que você acumulou até hoje são coisas visíveis e efêmeras, na primeira tribulação você cai. Mas nós católicos, não podemos desistir nunca! Pois temos na cruz a nossa força e vitória. Porque sabemos que o essencial é invisível aos olhos e que só se vê bem com o coração. Não qualquer coração, mas um coração inteiramente de Cristo; capaz de amar, perdoar e servir.

Como dizia o Padre Léo, eu já tinha dó de gente feia, agora eu tenho dó mesmo é de quem não tem Jesus! Esse é o ser mais miserável que existe.

Tem gente que é tão pobre, mas tão pobre; que tudo que tem é o dinheiro. Tem gente que, se tirar as riquezas não fica nada, nem o pó!

Mas, graças a Deus, nós somos tão ricos, mas tão ricos que tudo que temos; tempestade nenhuma consegue tirar, tremor nenhum consegue abalar. Assim como na crucificação, a Terra toda estremeceu; só a cruz permaneceu de pé.

Por isso, nós te pedimos Senhor Jesus; dai-nos a graça de nunca desistir, pois sabemos que quando a pedra do sepulcro rolou, ela rolou por cima de todo sentimento de derrota e pecado. Bendito seja Deus pelo seu sim que se renova a cada dia!

Uma ótima e santa semana!

Paz e Bênçãos,

Janaína.

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