Formação| Dicas do Papa Francisco para vivência da quaresma

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Para a Quaresma o Papa Francisco propõe 15 simples atos de caridade que ele mencionou como manifestações concretas de amor:

1. Sorrir, um cristão é sempre alegre!
2. Agradecer (embora não “precise” fazê-lo).
3. Lembrar ao outro o quanto você o ama.
4. Cumprimentar com alegria as pessoas que você vê todos os dias.
5. Ouvir a história do outro, sem julgamento, com amor.
6. Parar para ajudar. Estar atento a quem precisa de você.
7. Animar a alguém.
8. Reconhecer os sucessos e qualidades do outro.
9. Separar o que você não usa e dar a quem precisa.
10. Ajudar a alguém para que êle possa descansar.
11. Corrigir com amor; não calar por medo.
12. Ter delicadezas com os que estão perto de você.
13. Limpar o que sujou, em casa.
14. Ajudar os outros a superar os obstáculos.
15. Telefonar para seus pais.

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O MELHOR JEJUM

• Jejum de palavras negativas e dizer palavras bondosas.
• Jejum de descontentamento e encher-se de gratidão.
• Jejum de raiva e encher-se com mansidão e paciência.
• Jejum de pessimismo e encher-se de esperança e otimismo.
•Jejum de preocupações e encher-se de confiança em Deus.
• Jejum de queixas e encher-se com as coisas simples da vida.
• Jejum de tensões e encher-se com orações.
• Jejum de amargura e tristeza e encher o coração de alegria.
• Jejum de egoísmo e encher-se com compaixão pelos outros.
• Jejum de falta de perdão e encher-se de reconciliação.
• Jejum de palavras e encher-se de silêncio para ouvir os outros.

Celebremos a Misericórdia!

Miserando atque eligendo

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“Com misericórdia, o elegeu”. Esse poderia ser o lema do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, ou “Ano da Misericórdia”, como ficou popularmente conhecido o tempo que a Igreja viverá de 8 de Dezembro de 2015 a 20 de Novembro de 2016, mas não é. “Miserando atque eligendo” ou “Com misericórdia, o elegeu”, é o lema do pontificado do Papa Francisco, o Pontífice da misericórdia.

Inicio esse texto com o lema de Francisco, porque esse jubileu extraordinário acontece de forma muito significativa durante um papado que tem tido a misericórdia e a proximidade com aqueles que estão à margem como centro das atenções.

Durante o anúncio deste tempo especial, no dia 13 de março, o Sumo Pontífice disse:

“Queridos irmãos e irmãs, pensei em como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que inicia com uma conversão espiritual. Por isso, decidi realizar um Jubileu extraordinário que tenha no centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia. Queremos vivê-lo à luz da Palavra do Senhor: ‘Sejais misericordiosos como o Pai’ (Lc 6, 36)”.

Por misericórdia o Senhor escolheu Bergoglio como Seu Vigário e por amor Francisco quer levar o povo de Deus de volta ao Coração Misericordioso de Jesus, em especial nesta época em que o mundo passa por tantas tribulações e aflições, calamidades e corrupção.

Para que este Ano seja bem celebrado, Francisco escreveu a bula Misericordiae Vultus”, onde apresenta pistas para que todo fiel experimente da misericórdia que nos tira da margem (do pecado, da enfermidade, da mediocridade) e nos traz para o Centro da vontade de Deus, onde Sangue e Água, sinais da entrega total de Cristo, nos lavam, purificam e nos dão vida nova.

Em certo ponto do documento pontifício, Francisco diz:

“Precisamos sempre de contemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.”

Leia a bula Misericordiae Vultus 

Durante esse Jubileu Extraordinário, muitas serão as iniciativas para que a misericórdia seja efetiva na vida de cada crente. Uma das que mais tem chamado a atenção, é o “perdão” que será dado para as pessoas que cometeram o aborto. Todos os sacerdotes terão a faculdade para a absolvição desse pecado, levando paz aos corações que ainda sofrem.

Que Santa Faustina Kowalska, apóstola da misericórdia, rogue por nós neste novo ano.

Robson Landim
Publicado Originalmente
na Revista Aliança de Misericórida JAN/16

Formação| Até quando vai o tempo do Natal?

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Todos sabem que o Natal começa na noite do dia 24 de dezembro. Mas você sabe quando termina o período do Natal para os católicos?
 
Qual destas opções você acha ser a correta?
 
(  ) 26 de dezembro
(  ) 1º de janeiro
(  ) 6 de janeiro (Epifania)
(  ) 2 de fevereiro (Candelária)
(  ) Todas as anteriores
(  ) Nenhuma das anteriores
 
Muitos acham que o período do Natal acaba no dia 2 de fevereiro, na festa da Candelária. Celebrada 40 dias após o Natal, esta data era tradicionalmente o fim oficial do período natalino. Mas este período, ainda que continue sendo observado na forma extraordinária (do rito latino), já não é um período litúrgico no rito ordinário (ainda que, no Vaticano, por exemplo, os enfeites de Natal sejam mantidos até esse dia, N. do E.).
 
Isso não tira a importância da festa da Candelária, que recorda a purificação de Maria e a apresentação de Jesus no templo. O nome “candelária” deriva da referência de Simeão a Jesus como luz dos povos.
 
Então, será que o Natal acaba no dia 1º de janeiro? Sendo este dia o último da Oitava de Natal, e dado que cada dia da Oitava de Natal é celebrado como o dia do Natal, faz sentido que o período natalino termine no dia 1º de janeiro, solenidade da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus. Porém, ainda que a festa do Natal acabe nesse dia, o período do Natal continua.
 
Será, então, na Epifania (6 de janeiro – ou domingo entre os dias 2 e 8 de janeiro), referindo-se à adoração dos Reis Magos? A revisão de 1969 do calendário romano geral deixou a festa da Epifania como parte do período natalino. Então, esta resposta também é incorreta.
 
A única alternativa correta é: “nenhuma das anteriores”.
 
Quando, então, acaba o Natal?
 
Segundo as normas universais do ano litúrgico e do calendário, o período do Natal começa nas primeiras Vésperas do Natal do Senhor e vai até o domingo depois da Epifania (ou domingo depois do dia 6 de janeiro, dependendo do país).
 
O domingo depois da Epifania é a festa do Batismo do Senhor. Por exemplo, este ano, no Brasil, a festa do Batismo acontecerá no dia 10 de Janeiro.

Fonte: Aleteia