Papo de Quinta| Amar até o fim #MêsVocacional

Salve Salve galera…

Acharam que ficariam sem o Papo de Quinta essa semana? Pois é… Mesmo na sexta-feira vai rolar um bom “Papo de Quinta”.

Hoje, num papo bem curto, quero meditar com vocês sobre o amor do discípulo.

Estamos no mês vocacional, mês mais do que propício para nos lançarmos no discipulado e na missão. Como disse num dos papos anteriores, discipulo é aquele que é amigo do Mestre, que O ama e que sabe o que Ele faz e onde Ele está.

Hoje venho dizer que a coisa complica um pouco mais!

Independente de nosso chamado individual e de nossa missão, temos que honrar o nosso SIM até o fim, isso implica em seguirmos o Mestre onde quer que Ele vá.

Quando Jesus chamou os seus discípulos, todos disseram sim, largaram os pais, famílias, amigos, empregos, comunidade, ideias… tudo….

Assim acontece com muitos que dizem sim e assumem sua vocação, seja ela o celibato, a consagração, o sacerdócio, o laicato ou o matrimônio.

Nosso amor pelo Mestre deve nos levar até a Cruz, lugar onde vemos o Mestre apanhar, ser humilhado, xingado, desprezado e onde podemos compartilhar de Sua dor, mesmo sem podermos fazer nada.

São João, o apóstolo mais jovem e um dos melhores amigos de Jesus, foi o único discípulo que permaneceu até a Cruz, sem exitar. Um dos suportes do jovem apóstolo foi a presença maternal de Maria, que nos foi dada como Mãe pelo próprio Jesus crucificado, que como discípula, também foi até o “fim”.

Quem vai até o “fim” da Cruz, descobre que ali não se finda essa grande história de amor, pois o amor de Deus é tão grande, que Ele ressuscita, nos deseja a paz, sopra sobre nós o Espírito Santo e nos deixa um legado.

Quem não ama até o fim, não consegue chegar ao ápice de sua vocação. Quem não ama até o fim, não desempenha sua missionariedade a ponto de dar frutos. Quem não ama o seu Mestre até o fim, se frustra e deixa de fazer com amor e por amor aquilo que assumiu como missão.

Iae, bora amar até o fim?

“Todos os homens sentem o impulso interior para amar de maneira autêntica: amor e verdade nunca desaparecem de todo neles, porque são a vocação colocada por Deus no coração e na mente de cada homem.” (Papa Bento XVI – Carta Encíclica “Caritas in veritate”)

Paz e Fogo!

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