
Jesus multiplicou o pão, a vida, a fé, o amor aos pobres, a justiça, a liberdade, a dignidade do ser humano. Quando eu comungo o que estou multiplicando? Ess é o questionamento que faço a mim mesmo todos os dias. Aqui na Canção nova temos a Eucaristia diária, sem Ela não dá pra viver, mas a Eucaristia me inpira a conversão, a partilha, a comunhão? Esse questionamento me incomoda, me tira do lugar, me faz querer uma conversão sincera, que reparta a vida, o pão, os bens, os presentes…estaria eu distante do cristianismo primitivo? Daqueles ensinamentos verdadeiros que Cristo nos deixou? Deixe seu comentário… o que você se sente movido a ser e a fazer quando comunga?
Eu achei muito oportuna a reflexão do português Frei Acílio Mendes, por isso posto abaixo um trecho. Espero seu comentário…
Diego Fernandes – Revolução Jesus
“Quantos celebramos a Eucaristia, queremos viver a coerência entre a celebração e a vida, a fé e o compromisso. Concretizando:
:: Não podemos dizer-nos em comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e tolerar divisões escandalosas na Igreja e no Mundo de hoje!
:: Não podemos escutar e aclamar a Palavra do Senhor, e fechar os ouvidos aos gritos dos empobrecidos e injustiçados!
:: Não podemos oferecer Cristo como “corpo entregue e sangue derramado por todos”, e não nos entregarmos apaixonadamente pela salvação dos outros, estando dispostos a dar a vida por eles!
:: Não podemos comungar o Corpo de Cristo, e excomungar os membros desse mesmo Corpo de Cristo, fechando o nosso coração aos irmãos!
:: Não podemos ouvir o “vamos em paz e que o Senhor vos acompanhe”, e não transformarmos a nossa vida em missão solidária junto de multidões que têm fome e sede de Justiça e de Dignidade!” Frei Acílio Mendes























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